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Mato Grosso

Entidade repudia protesto com urucum em participantes da audiência da ferrovia Sinop-Miritituba

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Entidade repudia protesto com urucum em participantes da audiência da ferrovia Sinop-Miritituba
Imagem: Divulgação / Reprodução

A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) manifestou repúdio à forma como seus diretores foram tratados por representantes de comunidades indígenas durante audiência pública, na última terça-feira, para discutir a construção da ferrovia Ferrogrão que ligará Sinop a Miritituba (PA). O caso ocorreu durante o seminário técnico sobre a Ferrogrão no âmbito do Grupo de Trabalho do Ministério dos Transportes, realizada em Santarém (PA).


Ao protestar contra a construção da Ferrovia, a liderança indígena Naldinho Kumaruara, da aldeia Solimões, esfregou tinta de urucum no rosto e nas roupas dos representantes da Aprosoja. Foram atingidos pela tinta o presidente da Aprosoja Pará, Vanderlei Ataídes, o diretor executivo do Movimento Pró Logística, Edeon Vaz, e Mateus Godoni, coordenador de Logística da Aprosoja Mato Grosso e delegado da entidade no município de Canarana. Outras duas pessoas também foram alvos do protesto.

Leia também - ANTT abre audiência pública sobre a BR-163 em Sinop e mudanças na rota até Miritituba

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