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Política

Max Russi defende que garantir segurança, autonomia e representatividade feminina é prioridade absoluta na ALMT

Para o presidente da ALMT, protagonismo feminino e combate à violência devem ser prioridades permanentes do Estado

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Max Russi defende que garantir segurança, autonomia e representatividade feminina é prioridade absoluta na ALMT
Imagem: Reprodução

Há pouco mais de nove décadas, um gesto silencioso ecoou por todo o país. Ao depositar seu voto na urna, a professora potiguar Celina Guimarães Viana escreveu uma nova página na história do Brasil e abriu caminho para a participação política feminina. O ano era 1932. Para muitos, aquele momento simbolizou o encerramento de uma longa batalha sufragista. Na prática, no entanto, marcou apenas o início de uma jornada que ainda está longe de alcançar seu destino.

Mais de 90 anos depois, o país vive um paradoxo democrático. As mulheres representam 52% do eleitorado brasileiro, são maioria nas urnas e têm papel decisivo nos rumos das eleições. Ainda assim, essa força numérica não se converte, de forma proporcional, em ocupação de espaços de poder. No Congresso Nacional e nas assembleias estaduais, a presença feminina segue em torno de 18% das cadeiras.

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