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Edmundo González deixou o país rumo à Espanha em 8 de setembro, após mais de um mês de perseguição do governo de Nicolás Maduro pós-eleições.
Uma semana após conselheiros pedirem inquérito sobre R$ 46 milhões de multas em demissões de técnico, corrente de apoio à situação fala em "movimento meramente oportunista e eleitoreiro"