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Facção utilizava "laranjas" para ocultar valores de extorsões a comerciantes, aponta investigação da Polícia Civil

Funcionário de supermercado e beneficiária do governo são detentores de empresas utilizadas para lavagem de dinheiro

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Imagem: Polícia Civil-MT

As investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), no âmbito da Operação Falso Profeta, identificaram a constituição de empresas por parte de uma facção criminosa, com o objetivo de ocultar os valores adquiridos por meio das extorsões aos comerciantes e que seriam remetidos para o grupo criminoso no Estado do Rio de Janeiro.

O funcionário de um supermercado e uma mulher, que recebe auxílio do Governo Federal, foram identificados como supostos proprietários de uma distribuidora de bebidas e de uma drogaria, levantando fortes indícios de serem "laranjas" da facção. 

A Operação Falso Profeta foi deflagrada na quinta-feira (20). O objetivo da ação foi desarticular um esquema de extorsão e lavagem de dinheiro praticado por uma facção criminosa contra estabelecimentos comerciais que atuam na distribuição de água mineral em Cuiabá e Várzea Grande.


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