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Riscos da política ambiental como barreira comercial: a polêmica da reciprocidade no comércio internacional

Desafio global do Santander X vai premiar startups e scaleups que possuem soluções tecnológicas para aprimorar experiência do cliente; inscrições on-line se encerram domingo, 15 de dezembro

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Riscos da política ambiental como barreira comercial: a polêmica da reciprocidade no comércio internacional
Imagem: Divulgação / Reprodução

O uso indevido de medidas não tarifárias vem sendo cada vez mais explorado para restringir o comércio dos países que compõem o Mercosul com o propósito de proteger ou preservar o meio ambiente. Esse foi o tom irônico adotado por empresas e parlamentares europeus no final de 2024, com a proximidade do acordo Mercosul-União Europeia. A primeira manifestação foi da Empresa francesa Danone, seguida pelo Carrefour, e tiveram ainda mais reverberação com o discurso de parlamentares de diferentes países, incluindo Polônia, Itália, além da França (Exame, 2024).

 

A aplicação de medidas protecionistas se expressa de três formas: necessidade de que os países harmonizem os padrões com países importadores; importações de produtos produzidos de forma ambientalmente 'suja' estejam sujeitas a taxas especiais; e indústrias domésticas recebam subsídios para alcançar padrões superiores (Vaz et al., 1994).


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