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200 anos de Constituição, da “Noite da Agonia” à Força da Democracia

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200 anos de Constituição, da “Noite da Agonia” à Força da Democracia
Imagem: Rodrigo Prates

Neste 25 de março, o Brasil celebra 202 anos de sua primeira Constituição. As reflexões que essa data desperta continuam mais vivas do que nunca. Falar de Constituição não é remexer em papéis velhos de arquivo; é falar de sangue, de luta e da alma de um povo.

Nossa jornada constitucional começou com um paradoxo. Em novembro de 1823, o Brasil viveu a “Noite da Agonia”: Dom Pedro I ordenou que o Exército cercasse a Assembleia Constituinte, prendeu e exilou parlamentares e, a portas fechadas, reuniu dez homens de confiança para redigir nossa primeira Carta Magna.

Curiosamente, esse início autoritário gerou a Constituição mais longeva da nossa história, 65 anos de vigência, atravessando guerras e crises. Em 1889, quando a República foi proclamada, a Carta de 1824 era a segunda mais antiga do mundo em vigor, atrás apenas da dos Estados Unidos.


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