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Saúde

Mais frequente entre adultos, câncer de pele pode ser resultado de exposição inadequada ao sol desde a infância

Neste mês de conscientização sobre esse tipo de tumor, que é o mais comum entre adultos no Brasil, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) explica sobre riscos, diagnóstico e prevenção da doença.

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Mais frequente entre adultos, câncer de pele pode ser resultado de exposição inadequada ao sol desde a infância
Imagem: Divulgação / Reprodução

É de conhecimento da população que o risco do câncer de pele é decorrente da exposição prolongada e sem os cuidados necessários ao sol, por isso, o efeito da radiação ultravioleta (UV) - radiação eletromagnética proveniente do sol e com alto poder de penetração na pele - ocorre em pessoas submetidas à exposição solar, como lavradores, carteiros e surfistas. No entanto, nem sempre as pessoas sabem que esse tipo de tumor ocorre porque essa radiação atinge o núcleo das células, onde está guardado o DNA.
 

O Dr. Gilles Landman, médico patologista especialista em doenças da pele e membro da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), explica que a radiação UV danifica o DNA e provoca mutações cumulativas que, a longo prazo, superam a capacidade de reparo do organismo que começa a sofrer seus efeitos: "Com isso, há o crescimento descontrolado de células podendo resultar em um tumor maligno e que em alguns tipos de câncer, como o melanoma, pode se disseminar, gerando as chamadas metástases".
 

O especialista faz um alerta para que os familiares das crianças acima de 6 meses tenham cuidado com a exposição delas ao sol, evitando o período onde a radiação UV é mais intensa. Crianças até os 6 meses não devem ser expostas aos raios solares porque os melanócitos, células especializadas na produção da melanina a qual protege contra essa radiação, ainda são imaturas.
 


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